terça-feira, 21 de abril de 2009


Hoje sou um corpo sem alma Que vaga perdidamente pelas esquinasdos sonhos impossíveisSigo à deriva nas asas pesadasde um triste condorNo céu dos meus dias abstratos descansam nuvens cor de chumboque esfacelam a dorNo espelho do tempo esqueci de enaltecer as utopias e segui uma viagem ao meio do nada No peito carrego um coração seco e uma vida abstraída de emoções Tudo é nada Abri as portas do infinito do meu ser eencontrei o vazio Amanhã não sei quem serei Ou o que serei ! Não importa! Tudo é mistério Quem sabe a terra do nunca habitarei Lá a felicidade invisível abraçarei e nos braços das vãs ilusões morrerei!

2 comentários: